domingo, 22 de março de 2009

Violência nas escolas

Ocorrem diariamente nas escolas casos de violência. Alguns são divulgados na imprensa e outros ficam guardados no silêncio de quem sofre maus tratos. Este silêncio faz com que os números pareçam menores do que são.
Muitas pessoas não denunciam os agressores, por medo de represálias ou por vergonha. Dizem as estatísticas que muitos são os alunos vítimas de agressão de outros colegas, muitos são os professores vítimas de alunos e maior é o silêncio que existe. O pior de tudo é a desvalorização do assunto, por parte das entidades responsáveis, que tentam minimizar o problema, não dando atenção e não ligando às marcas que isso pode deixar em todas as pessoas vítimas de agressão. Este assunto diz respeito a qualquer um de nós, não devemos compactuar com esta situação, fechando os olhos e fingindo que nada está a acontecer. A escola deve ser um lugar seguro e acolhedor para todos.

João Rodrigues Nº17

quinta-feira, 12 de março de 2009

“Uma Esplanada sobre o Mar”, conto de Vergílio Ferreira


O conto retrata uma rapariga loura, de olhos claros e de tez bronzeada pelo Sol, que se encontra numa esplanada sobre o mar a contemplar as ondas enquanto espera por um rapaz, também louro, que a convida para lhe fazer uma revelação.
O rapaz chega e a rapariga fica surpreendida pela sua atitude misteriosa e pensativa. No decorrer da conversa mostra-se pouco explicito quanto ao objectivo da mesma, o que torna a rapariga impaciente.
Serenamente, o rapaz explica-lhe que existem certos momentos da vida em que dedicamos especial atenção aos mais pequenos pormenores de uma forma particularmente intensa. É nesses momentos que tomamos consciência que podemos perder tudo. Finaliza, então, revelando-lhe o que um médico dissera: restam-lhe apenas três meses de vida!

Análise

O título do conto levou-me a pensar num dia calmo e tranquilo, visto ter lugar numa esplanada à beira mar. A paisagem descrita pelo narrador é apenas um cenário da acção.
Os dois protagonistas incorporam a mensagem do conto. O rapaz fica fascinado com o mundo que o rodeia e se transforma continuamente, porque, até aí, nunca valorizara as coisas banais do seu quotidiano.
A notícia que recebera do médico fê-lo mudar a sua perspectiva sobre o mundo. Não se revolta contra a morte que lhe rouba a sua maior fortuna, a vida. Decide apenas sentir intensamente o que lhe resta dela. Não considera a morte como o fim da sua existência porque “a vida não é verdade”. Nós não sabemos aproveitá-la para vivermos felizes e a morte é apenas a próxima grande aventura.
Os homens são cegos porque recusam ver e desfrutar das coisas mais simples da vida (o nascer do Sol, as ondas do mar, …).
A moral do conto salienta o preconceito da morte de que todas as pessoas tentam escapar mas sem sucesso. “Às vezes Deus usa a morte quando nos quer mostrar a importância da vida”, é a mensagem do conto.

Jorge Saraiva nº18 11ºC

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

O desemprego em Portugal


Como é do conhecimento público, geralmente divulgado por meios de comunicação social, o desemprego em Portugal está a atingir proporções incontroláveis e inaceitáveis. Esta situação atinge desde os operários fabris, professores, recém-licenciados, trabalhadores de meia-idade, tanto do sector privado como público são afectados e chegamos mesmo ao cúmulo de despedirem mulheres grávidas no nosso país. E qual a resposta do Governo aos apelos dos trabalhadores? O silêncio, nada mais que o inconveniente e doloroso silêncio.
São 500 mil, não são mil nem dois mil, são 500 mil desempregados, de quem o estado continua a ceder subsídios de desemprego, ignorando, ou parecendo ignonar, a necessidade de criar e inovar portas de trabalho.
Antes das eleições legislativas, o nosso actual Primeiro-ministro, Eng. José Socrates, garantiu aos Portugueses a forte aposta governamental na tecnologia e inovação no nosso quotidiano. Em que medida esta promessa serve de reforço a esta situação? Poderemos tirar as nossas conclusões, olhando para as 500 mil que se agrupam nas manifestações, contra encerramentos de indústrias têxteis e outras, exigindo indemnizações ou exigindo mesmo os seus salários em atraso.
Toda a gente quer um Portugal melhor e internacionalmente reconhecido, não só pelas suas dificuldades mas pela sua rápida (supostamente) intervenção e resolução destes temas.
Mas não podemos ficar eternamente à espera que o Governo se debruce sobre este problema.
Os Portugueses vão continuar a fazer "bolinhas" à volta dos anúncios nos jornais, a marcar entrevistas, e a escutar um "NÃO!" pelo telemóvel.
Só continuaremos a alimentar ilusões...
Andreia Pereira
11ºC Nº 6

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

o maior genio da humanidade...

e digo isto porque
Além da sua excepcional notabilidade como pintor , Leonardo da Vinci distinguiu-se como anatomista, físico, engenheiro, inventor, arquitecto, escultor, cartógrafo, geólogo, astrónomo, compositor, poeta, cozinheiro e... matemático. Este trabalho pretende dar uma pequena ideia do que foram a vida e o trabalho de um dos maiores e mais inventivos génios de sempre.este foi sem duvida o maior genio da humanidade...pintou dois dos quadros mais famosos do mundo ( a ultima ceia de cristo , e , mona lisa(talvez o mais famoso)...desenhou o primeiro feto dentro da mulher, fez os primeiro prototipos de avioes,inventou a calculadora, fez talvez o primeiro desenho de um coraçao...ah que admitir qe realmente eh um grande genio...Conta-se que , para pintar "A Última Ceia", Leonardo da Vinci teve necessidade de encontar 13 homens que pudessem servir de modelos, cada qual com uma cara que exprimisse a visão de da Vinci sobre a figura que iria representar. Pra lá do carácter fastidioso desta tarefa, diz-se que, com 25 anos de intervalo, o mesmo homem posou para as figuras de Jesus e Judas.Leonardo da Vinci era canhoto e, numa época em que os canhotos eram tidos como enviados do diabo, a teimosia de Leonardoi em continuar a escrever com a mão esquerda foi causa de alguns dissabores. Além disso, Leonardo escrevia também da direita para a esquerda, sendo apenas possível a leitura dos seus textos em frente a um espelho.Como protector de animais que foi, dava-se ao luxo de comprar animais em feiras para ter o prazer de os soltar em liberdade.

o meu maior idolo...

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Pai? Mae?


Não à muito tempo, deu a noticia em todos os noticiários portugueses, talvez até em toda a Europa, que no Reino Unido, um rapazinho de 13 anos e uma rapariguinha de 15 são pais de um bebé. Ao ouvir isto pela primeira vez ficamos embasbacados e pensamos que é impossível a noticia ser verdadeira! Como é possível um rapazinho de treze anos ser pai? Onde está a maturidade? Já nem falo da rapariga, que apesar de ser também muito jovem para ser mãe, é um pouco mais velhinha, pois até há mães ainda mais novas!
Ao olharmos para aquela carinha de menino, como é que alguém pode dizer que ele é pai? É apenas uma criança, que devia estar a brincar com carrinhos! Quem sabe se eles não poderiam estar a brincar aos pais e às mães... e olha, lá aconteceu!
Os dois jovens dizem que querem criar o filho e que o vão fazer, mas com que condições? Quem vai pagar as enormes despesas que um bebé recém-nascido dá? Pois está claro… terão que ser os avós do bebé! Como nos parece claro, não vamos pôr uma criança de treze anos a trabalhar! E quando for para a escola? Vai andar o pai e o filho na mesma escola? Ou na mesma universidade? Mais despesas…
Este foi um verdadeiro acto inconsciente, pois nesta idade, também não há grande consciência que nos valha! Fazemos tudo aquilo que nos apetece sem tomar em conta as consequências.
Apesar do choque, estes casos acontecem cada vez mais e os jovens irresponsáveis são pais cada vez mais cedo, já que estamos no mundo da tecnologia e da informação, da mente aberta e sem tabus, porque não falar da imensa quantidade de contraceptivos existentes no mercado? Todos temos fácil acesso! Qualquer um de nós tem bastante facilidade em comprar uma simples caixa de preservativos!
Mas a questão continua, se há tantos métodos contraceptivos como é possível que o número de casos de gravidez e doenças sexualmente transmissíveis na adolescência possam estar a aumentar de dia para dia?



Marta Costa nº22 11ºC

sábado, 7 de fevereiro de 2009

Salários

“Vinte e cinco mil euros por dia, 1042 euros por hora, 17,36 euros por minuto, ou 29 cêntimos por segundo. É este o valor que o Inter de Milão, clube treinado pelo português José Mourinho, paga àquele que é jogador mais bem pago do futebol europeu e um dos mais talentosos do mundo.”


É este o início de uma notícia que, por puro acaso, comecei a ler no site do Público. Obviamente, não passei dali; além de não ser um assunto particularmente interessante, chocou-me pela negativa.

O futebol de alta competição deveria ter um tecto salarial. Quer dizer, como é que se pode compreender o porquê de uma pessoa que ganha a vida a dar toques numa bola ganhar tanto dinheiro em tão pouco tempo? Como é que se entende que alguém (cujo trabalho não é dos mais duros, convenhamos) pode ter uma recompensa tão desproporcional ao seu esforço?

Alguns podem argumentar que o futebol profissional é muito exigente, tanto a nível físico como psicológico. E eu pergunto: e as outras profissões, não o são? Os médicos não têm de fazer urgências nocturnas? Os professores não têm de trabalhar fora do seu horário normal? As empregadas domésticas não se esforçarão tanto como eles?

Mesmo que se admita que a vida dos profissionais da bola possa ser dura (?), ninguém pode negar que a compensação é demasiado grande. Vejamos um exemplo prático: uma empregada doméstica ganha uma média de 5 euros por hora, enquanto que Ibrahimovic soma o total exorbitante de 1042 euros, no mesmo período de tempo! Será que vale a pena discutir quem tem o emprego mais árduo?

Enquanto que, no mundo, se recompensar exageradamente determinados grupos em detrimento de outros, haverá sempre (muito) ricos e pobres. Não digo, contudo, que se faça um enorme corte salarial aos futebolistas; defendo, apenas, que se estabeleça um máximo, de modo a que as diferenças já existentes não se acentuem ainda mais.


Maria João Pinto nº 20


Viva La Vida!!!


Tudo na vida tem um motivo...

Chorar tem um motivo,
Amar tem um motivo,
Sofrer tem um motivo,
Errar tem um motivo...

Dormir, comer, beber tem um motivo...

Sorrir tem um motivo!!!

E, porque a vida é tão curta
E o tempo passa tão rápido,
Hoje quero deixar uma mensagem a todas as pessoas:

A felicidade do dia-a-dia
É a maior alegria...
Há que conquistar o sol com um sorriso,
O canto dos pássaros com um assobio,
A verdura das árvores com um olhar.

Tudo o que nos rodeia nos sorri,
E a quem não nos sorri
Damos nós um sorriso
De modo a quebrar o seu gelo envolvente...

Porque as lágrimas só nos afogam a alma
E os gritos fazem tremer o esplendor!

Vivam a vida, com um sorriso nos lábios e um assobio no coração!!!

Viva la vida!
JMF*10